Onde ficar em Bali
Esta é talvez a decisão mais importante a ser tomada durante o planejamento de uma viagem a Bali, afinal existe uma ilha diferente para cada tipo de viajante.
Antes de qualquer coisa, não subestime o tamanho da ilha. Bali pode não ser muito grande, mas o relevo irregular, as estradas em condições precárias e os muitos engarrafamentos nos arredores das cidades são fatores que transformam uma viagem de poucos quilômetros em muitas horas de deslocamento. Por isso, é importante avaliar quais lugares você deseja visitar antes de escolher o local da hospedagem.
Tenha cuidado com ofertas e hotéis com preços muito tentadores, pois normalmente eles estão localizados no meio do nada, em locais onde é impossível chegar sem carro. Antes de reservar, considere se vale mesmo a pena depender sempre de táxi para sair e voltar ao hotel.
Nós optamos por dividir nossa estadia em três partes: Ubud, Nusa Dua e Uluwatu. Assim, conseguimos aproveitar ao máximo o estilo de cada região da ilha sem perder tempo em deslocamentos. Abaixo, listamos algumas características das regiões pelas quais passamos para que você escolha aquela que mais combina com a sua ideia de viagem:
Kuta: praticidade e preços baixos, com pouca essência local
Antes de começar a planejar a viagem, a ideia que eu tinha de Bali era bastante próxima da realidade de Kuta: baladas, drogas e uma cambada de australianos interessados unicamente em passar as férias no paraíso gastando pouquíssimo dinheiro. Felizmente, essa Bali está bastante restrita a Kuta, uma praia superurbanizada, próxima ao aeroporto, que poderia estar localizada em qualquer lugar do mundo ocidental. É preciso fazer um esforço para lembrar que Kuta fica em plena Indonésia.
A reputação da praia de Kuta não é das melhores. O comentário geral é que se trata de uma praia suja e excessivamente cheia, mas, ao meu ver, não é tão ruim quanto pintam por aí. A coloração do mar é bonita e as ondas em Kuta são bem fraquinhas, o que faz com que a praia seja ideal tanto para banhistas quanto para surfistas de primeira viagem. A facilidade de estar em um centro urbano, com diversas opções de alimentação e compras, também pode ser atrativa, dependendo do que você busca na sua viagem.
A concorrência entre as várias opções de hospedagem faz com que os valores dos hotéis por aqui estejam bem abaixo do restante da ilha, mas a maioria deles carece de charme. Para quem quer se conectar com a essência de Bali, fuja de Kuta e vá correndo para…
Ubud: natureza, bem-estar e charme com excelente custo-benefício


A Bali de Comer, Rezar e Amar definitivamente não existe, mas o mais próximo que você vai encontrar está na cidade de Ubud, mais precisamente na região ao norte do centro urbano.
Situada no coração de Bali e rodeada por arrozais, Ubud é o destino favorito dos praticantes de yoga e daqueles que desejam conhecer as tradições do hinduísmo balinês.
A cidade está cheia de expatriados, principalmente franceses, que se apaixonaram pela energia que emana do lugar. Isso contribuiu para dar um ar mais cosmopolita à cidade, que hoje oferece diversas opções de hotéis de luxo, spas, restaurantes e lojas.
Se a ideia for investir em hospedagem, não deixe de dar uma olhada em um dos hotéis mais exclusivos de Ubud: o Hanging Gardens, figurinha carimbada em qualquer lista da internet sobre as piscinas mais impressionantes do mundo. Infelizmente, o hotel já não oferece pacotes de day use, de modo que a única solução para entrar na famosa piscina é se hospedar ali.
Várias atividades voltadas para o turista também acontecem em Ubud, como aulas de culinária, oficinas de trabalhos manuais, espetáculos de dança, trilhas, rafting, visitas ao santuário de macacos e retiros espirituais. O próprio guia espiritual de Julia Roberts em Comer, Rezar e Amar atende turistas que desejam tirar fotos ou saber o futuro, em uma casa ao norte de Ubud.
A recomendação que recebi enquanto planejava nossa estadia em Ubud foi clara: reserve o máximo de dias possíveis para ficar aqui. Isso porque, além das inúmeras atividades que podem ser realizadas na cidade, Ubud é um ótimo ponto de partida para passeios diários rumo às partes norte e leste da ilha. Durante os cinco dias da nossa estadia, não conseguimos fazer nem metade das possibilidades que a cidade oferece.
No entanto, se a sua ideia de Bali envolve praia, despeça-se de Ubud e siga em direção à península de Bukit…
Uluwatu: surf vibes e vistas cinematográficas


Não sou surfista, mas mesmo assim Uluwatu se transformou no meu lugar favorito em Bali. A meca internacional dos surfistas é muito mais do que apenas o point das melhores ondas da Indonésia.
Toda a região de Uluwatu está sobre penhascos, de modo que, para chegar às praias, é preciso descer escadas (e a subida na volta é o único ponto negativo aqui). Mas esse relevo único em Bali é justamente o que torna a região ainda mais atrativa, pois as vistas proporcionadas pelas partes mais altas são absolutamente estonteantes. Não deixe de conferir nossa dica de hotel para desfrutar da beleza dos cliff views diretamente da cama.
Uluwatu é ponto de partida para algumas das praias mais bonitas da ilha, como Padang Padang, Bingin, Balangan, Dreamland Beach, Impossible Beach e Blue Point. Vale lembrar que as praias de Bali, em geral, são cheias de corais, o que justifica as tão sonhadas ondas dos surfistas e, portanto, não são as melhores para banho de mar. Para isso, considere passar alguns dias na ilha de Nusa Lembongan ou nas ilhas Gili.
🌿Dica de hospedagem: o Alila Villas Uluwatu foi o primeiro hotel de luxo da Indonésia a receber o selo de design eco-friendly. Seguindo os princípios da arquitetura sustentável, o hotel foi desenhado pelo prestigioso estúdio WOHA Designs implantando medidas de reciclagem de água, plantas do próprio ecossistema balinês, iluminação de baixo consumo e materiais naturais. Tudo isso sem deixar de ter um toque moderno, minimalista e extremamente sofisticado. Mesmo que o orçamento não permita se hospedar no hotel, vale muito a visita, seja para uma refeição no restaurante The Warung ou para um drink ao entardecer no bar da piscina, com uma das vistas mais impressionantes de Uluwatu.
Jimbaran: para os amantes de frutos do mar


Bem próxima ao aeroporto, a baía de Jimbaran é uma parada obrigatória para qualquer turista que deseja provar frutos do mar frescos nos restaurantes especializados ao longo da orla.
Há alguns anos, Jimbaran era uma vila de pescadores que, pouco a pouco, foi perdendo espaço para os grandes resorts que se instalaram no local, como o Le Méridien e o Four Seasons. Mesmo assim, ainda há pescadores que trabalham na praia e abastecem, todas as manhãs, os tanques dos restaurantes de mariscos da Jimbaran Bay.
Para os iniciantes no surf, Jimbaran também é uma ótima pedida para quem deseja pegar as primeiras ondas em Bali.
Caso escolha Jimbaran para hospedagem, vale lembrar que os resorts não ficam localizados em frente à praia. Alguns hotéis possuem convênios com barracas e beach clubs na orla para uso dos hóspedes, mas, se a ideia é estar em um resort “pé na areia”, considere reservar sua estadia em…
Nusa Dua: conforto absoluto próximo ao aeroporto
Este complexo turístico foi construído para ser um verdadeiro mundo de faz de conta. Nada em Nusa Dua é autêntico. A região funciona como um grande condomínio fechado, com controle rigoroso na entrada e resorts de grandes redes hoteleiras ocidentais, que oferecem absolutamente tudo o que o hóspede necessita para não precisar sair de lá (veja aqui o resort onde ficamos hospedados).
A praia de Nusa Dua definitivamente não é a melhor de Bali, mas também está longe de ser ruim, como muita gente insiste em dizer. É o destino ideal para famílias viajando com crianças e casais em lua de mel que não querem nada além de relaxar sem preocupações. Não poderíamos ter escolhido um lugar melhor para os últimos dias da viagem!
Seminyak: design, gastronomia e sofisticação
Esta é a região mais “trendy” de Bali. Em Seminyak, você vai encontrar lojas de grandes marcas internacionais, beach clubs famosos, restaurantes de luxo e alguns dos melhores hotéis da ilha.
Devido à sua localização estratégica, entre Kuta, o aeroporto e as belas praias da península de Bukit, Seminyak pode ser uma excelente opção de hospedagem para explorar diversos pontos de Bali.
Guia dos Templos de Bali
Grande parte da minha ideia sobre o que era Bali antes da viagem estava relacionada ao hinduísmo balinês, às suas tradições milenares e aos seus belíssimos templos. Com um templo praticamente a cada esquina, nesse quesito Bali não decepciona ninguém.
Cada localidade, por menor que seja, possui um templo de acesso irrestrito ao público. Além disso, cada casa tem o seu próprio templo privado, de uso familiar, que muitas vezes pode ser visto do lado de fora da propriedade.
Durante nossa estadia em Ubud, aproveitamos a localização estratégica da cidade, no coração de Bali, para conhecer diversos templos espalhados pela ilha. A agência que contratamos foi a Bali Traditional Tours, que oferece diferentes roteiros partindo das principais zonas hoteleiras da ilha.
Com tantas coisas incríveis para conhecer em Bali, fica complicado dedicar muito tempo à visitação dos templos religiosos. Por isso, apresentamos aqui os templos mais bonitos e importantes que visitamos, para ajudar na sua escolha.
“Templo”, no dialeto balinês, é pura. Sempre que você vir essa palavra, pode ter certeza de que se trata de um templo, independentemente do tamanho.
Pura Besakih (Mother Temple)
- Localização: leste da ilha, a 42 km de Ubud
- Valor do ingresso: cerca de IDR 150.000 por pessoa


O maior e mais importante templo hindu de Bali está localizado a mais de mil metros de altura, aos pés do vulcão Agung. É difícil ter noção da extensão do Pura Besakih antes de subir e explorar suas dezenas de caminhos internos. Por isso, muita gente prefere visitar com um guia — embora não seja obrigatório contratá-lo. Combine o preço antecipadamente, de preferência por escrito, para evitar surpresas ao final da visita.
Recomenda-se também ignorar abordagens insistentes de serviços extras ou “doações voluntárias” ao chegar. O uso de sarong é obrigatório para todos os visitantes e pode ser comprado ou alugado nas lojas que ficam no caminho até o templo.
Taman Ayun (Mengwi Royal Temple)
- Localização: cerca de 17 km de Ubud
- Valor do ingresso: aproximadamente IDR 30.000–50.000 por pessoa

Construído em 1634 como templo da realeza da dinastia Mengwi, o Taman Ayun é um complexo elegante rodeado por jardins e um fosso. Suas estruturas tradicionais em forma de torre (meru) simbolizam o poder e a importância do templo.
Os templos balineses possuem um outro elemento bastante característico: os portões de entrada. Eles podem ser do tipo candi bentar, dividido ao meio, ou do tipo arqueado kori agung. Ambos os exemplos podem ser vistos no Royal Temple.


Vale lembrar que durante o período menstrual, a mulher é considerada “impura” pelo hinduísmo balinês e, por isso, a entrada não é permitida nesses dias.

Tanah Lot
- Localização: sudoeste de Bali, a cerca de 34 km de Ubud
- Valor do ingresso: cerca de IDR 75.000 por adulto


Sua localização singular contribui para que este seja o templo mais conhecido de Bali. O Tanah Lot está construído sobre uma rocha no meio do mar, a poucos metros da praia, de forma que durante a maré alta a rocha se transforma em uma pequena ilha e fica completamente inacessível.
Tanah Lot está localizado na parte sudoeste da ilha e pode ser facilmente acessado desde Seminyak, Kuta e Jimbaran. O caminho até a entrada do templo é repleto de lojinhas de roupas e souvenirs. Também existe uma zona de restaurantes com vistas para o templo, cujos preços sao altos demais para a qualidade da comida.
A erosão provocada naturalmente pela força da maré acabou destruindo grande parte da rocha que sustenta o templo e o que existe atualmente nada mais é que uma rocha artificial montada para parecer a estrutura original. Esse detalhe, somado ao ambiente extremamente saturado de turistas, traz uma incômoda sensação de que na verdade tudo em Tanah Lot é artificial, o que acaba com toda a magia do templo.
Pura Luhur Uluwatu (Templo de Uluwatu)
- Localização: sudoeste da península de Bukit, a cerca de 52 km de Ubud
- Valor do ingresso: cerca de IDR 50.000 por pessoa


Este foi sem dúvida um dos lugares de Bali que mais me surpreenderam positivamente. E olha que por falta de tempo eu quase deixei ele de fora! Definitivamente o Templo de Uluwatu tem que entrar na sua lista de must-see em Bali. Na verdade, o templo em si é tão pequenininho que apenas serve para dar um toque especial ao lugar. A estrela mesmo são as impressionantes vistas do topo das falésias.
Cada dia às 18h o Templo de Uluwatu organiza um espetáculo típico de kecak, uma mistura entre dança e teatro. Sem nenhum tipo de instrumento musical, os artistas fazem a trilha sonora do espetáculo apenas com sons da boca. A história é baseada numa lenda local, cuja trama é detalhada em um texto entregue na entrada do espetáculo.


O melhor horário para chegar ao templo é por volta das 16h, para garantir ingressos para o espetáculo e curtir o pôr-do-sol antes do show. A entrada do templo (Rp 50.000, incluindo sarong) e o ingresso para o show (Rp 150.000) são independentes.
Pura Ulun Danu Bratan
- Localização: norte da ilha, a cerca de 48 km de Ubud
- Valor do ingresso: aproximadamente IDR 75.000 por adulto estrangeiro (e cerca de IDR 50.000 para crianças)


Localizado no coração de Bali, na beira do lago Bratan, o templo Ulun Danu Bratan é um dos mais icônicos da ilha. Simbolizando a privilegiada fertilidade do solo balinês, que reúne condições naturais perfeitas para diversos tipos de agricultura, o templo é um dos mais venerados pelos campesinos.
O templo está localizado a 1200 metros de altura em uma das zonas mais úmidas de Bali, situação que justifica uma constante neblina que dificulta a vida dos turistas em busca de boas fotos.
Como em Bali as oferendas são feitas 3 vezes ao dia e praticamente qualquer acontecimento é motivo para uma celebração no templo, não vai ser difícil dar de cara com alguma procissão religiosa durante sua viagem. Nos deparamos com uma cerimônia justamente nos jardins do Ulun Danu Bratan, uma experiência incrível!
Bali além dos templos
Península de Bukit: as melhores praias de Bali

Embora o nome possa soar desconhecido para muitos, um verdadeiro apaixonado por surf é capaz de localizá-la no mapa de olhos fechados. A Península de Bukit, especialmente sua porção oeste, reúne algumas das melhores praias de Bali para surfar — e também algumas das mais bonitas para simplesmente contemplar.
Vale reforçar mais uma vez que o mar de Bali, em geral, não é o mais indicado para banhistas. Se você estiver em busca do “paraíso em forma de praia”, não deixe de ler o post sobre as ilhas Gili.
Graças a Durval Lelys e ao seu clássico da música baiana Padang Padang — uma verdadeira ode às praias de Bali — já sabíamos que essa teria que ser nossa primeira parada. A sabedoria do Asa de Águia não decepcionou: Padang Padang foi, para mim, a melhor praia de Bali.
Chegamos bem cedo e a praia estava completamente deserta, com exceção dos residentes fixos do local…
A partir das 10h da manhã, no entanto, já começa a ficar difícil encontrar um espaço na areia. Depois de ganhar fama mundial como a “praia da Julia Roberts”, graças a uma das cenas de Comer, Rezar e Amar, Padang Padang se transformou em uma das faixas de areia mais concorridas da ilha.
A facilidade de acesso — por meio de uma pequena escadaria próxima a um estacionamento de motos — também contribui para que Padang Padang esteja quase sempre cheia, especialmente na alta temporada.
O cenário é bem diferente de outras praias da região, frequentadas majoritariamente por surfistas, como Dreamland, Suluban, Bingin Beach, Blue Point, Impossible Beach ou Balangan. A Península de Bukit é marcada por altos penhascos ao longo da costa, e para chegar a essas praias é preciso descer longas escadarias até a areia. Além de cansativo, esse sobe-e-desce constante torna difícil explorar várias praias no mesmo dia.
Por isso, resolvemos tentar a sorte em Bingin Beach. O visual não tem nada de espetacular, mas o clima relaxado, de “cada um na sua”, é o que torna essa praia tão charmosa. Sem badalação, sem grupos barulhentos, barracas de praia ou vendedores insistentes, Bingin oferece uma experiência mais autêntica das praias de Bukit.
Kopi Luwak: o café mais caro do mundo

Provavelmente você já ouviu falar sobre o famoso Kopi Luwak, conhecido como o café mais caro do mundo. O mais interessante é que, em Bali, é possível conhecer de perto o processo de produção e prová-lo a preços relativamente acessíveis — uma experiência imperdível para os amantes de café.
Tudo começa com um pequeno animal chamado civeta. Apesar da aparência simpática, o bichinho pode ser bastante arisco. Dotado de um olfato apuradíssimo, ele seleciona os melhores grãos de café para comer. Após a digestão, os grãos são eliminados naturalmente, coletados, lavados e posteriormente torrados de forma artesanal.
E voilà: nasce o café mais caro do mundo.
Os apreciadores dizem que o Kopi Luwak tem sabor suave, pouco amargor e uma textura quase aveludada. Esse efeito tem relação com o fato dos grãos terem sido modificados quimicamente pelas enzimas do intestino do animal, além da própria seleção que o bichinho faz com seu olfato apurado antes de comer os melhores grãos.


Enquanto o quilo do Kopi Luwak pode custar maias de 400 euros na Europa, em Bali é possível provar o café diretamente nas fazendas produtoras. Nós optamos apenas pela degustação: uma xícara custava cerca de Rp 40.000 (aproximadamente US$ 3).
Existem diversas plantações espalhadas pela ilha. Nós aceitamos a sugestão do nosso guia e visitamos a Tegal Sari, nos arredores de Ubud. O local é simples, bastante rústico, muito diferente do que se espera de um local que produz um produto tão caro. Ainda assim, como muitas outras fazendas, oferece degustação gratuita de diferentes tipos cafés e chás — sendo o Kopi Luwak o único que é cobrado à parte.
Ubud Monkey Forest


O que era para ser uma área de preservação ambiental para os macacos de Ubud, o Sacred Monkey Forest Sanctuary (Wenara Wana) acabou se tornando a principal atração turística da cidade. Independente dos animais, o parque por si só já vale o passeio, com várias pontes, estátuas, pequenos templos e árvores no maior estilo Indiana Jones.
Ao contrário dos macacos do Templo de Uluwatu, os animais de Ubud já estão bem acostumados com a presença de turistas e não costumam atacar aqueles que passeiam despretenciosamente pelo parque. No entanto, existem várias histórias escalofriantes sobre turistas que não tiveram tanta sorte e foram mordidos pelos macacos, que como qualquer animal selvagem da Indonésia pode transmitir raiva e outras doenças.
Para evitar este tipo de situação, em hipótese alguma leve consigo bananas e outros alimentos. Qualquer coisa que seja passível de ser arrancada pelos macacos também deve ser evitada, como bolsas, brincos e argolas, colares, óculos escuros, celulares e câmeras fotográficas.


Fizemos nosso passeio apenas com uma câmera bem presa no punho e uma mochila e não tivemos nenhum tipo de problema com os macacos. Vários seguranças também estão espalhados pelo parque para evitar qualquer tipo de ataque por parte dos macacos (e dos turistas!).
O acesso ao Monkey Forest de Ubud pode ser realizado por 3 entradas diferentes, uma delas com estacionamento para carros e motos. O ingresso custa Rp 100.000 para adultos e Rp 80.000 para crianças. Reserve no mínimo duas horas para fazer a visita.
Jatiluwih: os campos de arroz de Bali


A natureza caprichou ao transformar Bali no local perfeito para o cultivo de arroz. O clima, as terras vulcânicas, o relevo e a abundância de água contribuem para que a paisagem seja dominada pelas plantações. Seja nos quintais das casas, no acostamento das estradas ou em qualquer pedacinho de terra, os arrozais estão espalhados por toda a ilha.
Mas quem realmente rouba a cena são os impactantes terraços de arroz (rice terraces). Nesses locais, o arroz é cultivado em desníveis esculpidos nas encostas das colinas, facilitando a irrigação e criando um cenário digno de cartão-postal.
São dois os terraços de arroz mais conhecidos em Bali: Tegalalang e Jatiluwih. A proximidade de Ubud (cerca de 20 min de carro) transformou Tegalalang em uma atração turística de apelo comercial, com entrada paga, lojinhas de souvenirs e trilhas guiadas — é uma opção prática se você está hospedado em Ubud e quer um passeio rápido.
Por outro lado, Jatiluwih oferece uma experiência bem menos turística. Localizados na região de Tabanan, cerca de 40 km ao norte de Ubud, os arrozais de Jatiluwih ostentam o título de Patrimônio Mundial da Unesco. A precariedade das estradas torna o acesso mais desafiador do que em Tegalalang, mas a vantagem é que os campos estão praticamente vazios — ideal para quem busca tranquilidade e fotos inesquecíveis.
Para visitar Jatiluwih, contratamos um tour privado com a agência Bali Traditional Tours, que também incluiu o templo Pura Ulun Danu no Lago Bratan, o templo real de Mengwi, uma escola primária local, uma casa tradicional e uma fazenda de café Kopi Luwak. Um passeio verdadeiramente recomendado para otimizar o tempo e aprender mais sobre a cultura balinesa.
Aula de surf em Jimbaran


As ondas perfeitas de Bali e o baixo custo de fazer um “surfari” na ilha são os principais responsáveis por atrair surfistas de todo o mundo. O point do surf em Bali está na parte oeste da península de Bukit, onde estão localizadas as praias Impossible Beach, Balangan, Padang Padang, Canggu, Jimbaran, Dreamland e Bingin Beach. Um ótimo ponto para explorar a região é a cidade de Uluwatu, bem central e com uma boa infraestrutura. Se a ideia é apenas surfar o dia inteiro, procure um hostel especializado em surf que ofereça pacotes com aluguel de prancha, transporte até as melhores ondas e instrutor dependendo do seu nível.
Se, como eu, você só quer tomar uns caldos na tentativa pegar umas marolinhas em Bali, não se preocupe. Existem diversas escolas que oferecem aulas de 2 horas para iniciantes com o básico da teoria na areia e muita diversão dentro d’água!
Como a oferta é grande, os valores variam muito também. Se o orçamento permitir, a melhor escola da ilha parece ser a Rip Curl School of Surf, localizada dentro do hotel Intercontinental na praia de Jimbaran. Um aula em grupo para iniciantes (com duas horas de duração) custa Rp 890.000 por pessoa .
Por sorte também existem escolas bem mais baratinhas e não necessariamente ruins. Acredito que a qualidade de uma aula de surf para iniciantes seja uma questão de sorte, tanto por pegar um dia com ondas adequadas para seu nível quanto por pegar um instrutor paciente.
Inspirados mais pelo preço do que pelas recomendações, nós escolhemos a Balangan Wave Surf School. Esta escola oferece um pacote que inclui transporte de ida e volta até o hotel (Uluwatu, Padang-Padang, Bingin, Jimbaran ou Nusa dua) e uma aula semi-privada com duração 2 horas (um instrutor por casal) por apenas Rp 540.000 por pessoa. Para proteger a pele, eles oferecem uma camisa apropriada e um super protetor solar em bastão que deixa qualquer um com cara de surfista.
A praia onde acontece a aula varia de acordo com a maré do dia. Pode ser que eles te levem até a própria Balangan Beach mas, se as condições do mar não permitirem uma aula para iniciantes, eles te levam até outra praia. No nosso caso a aula foi em Jimbaran, uma praia super bonita mas bem chatinha para surfar, pois a água tem uma coloração marrom e está cheia de algas.
Logo na primeira onda você vai descobrir de leva jeito para a coisa ou não. Meu marido descobriu que é praticamente um surfista nato, pois conseguiu surfar quase todas as ondas. Já eu conto nos dedos às vezes que consegui ficar em pé na prancha! Realmente é difícil saber se vai dar para tirar proveito da primeira aula porque varia muito de pessoa para pessoa. Mas mesmo sendo um desastre como eu é possível se divertir!
Em alguns momentos as ondas em Jimbaran eram muito grandes e fortes. O instrutor avisa previamente se é uma onda “surfável” para seu nível ou se você deve simplesmente ficar parado fora da prancha. Em alguns momentos a força das ondas batendo na cabeça chega a ser desnorteante e pode demorar um bom tempo voltar à superfície.. É bom ir preparado para “emoções fortes”.
Cooking class de cozinha balinesa


Esta é uma das atividades turísticas que mais se popularizaram em Ubud, graças à infinidade de alimentos e temperos únicos que despertam a curiosidade de qualquer pessoa interessada em gastronomia. Atualmente, existem várias escolas que oferecem programas de um dia para turistas, que incluem uma visita ao mercado e demonstrações do ritual religioso do hinduismo balinês realizado antes de qualquer refeição.
Bali já foi ocupada por portugueses, holandeses e japoneses e sofreu ao longo dos séculos influências culinárias dos chineses, indianos e árabes. O resultado é uma culinária única, que compartilha poucas semelhanças com a gastronomia do resto da Indonésia e reúne elementos trazidos de diversas partes do mundo.
Assim como no hinduísmo indiano, em Bali as vacas são consideradas animais sagrados. Por isso, as proteínas mais utilizadas são porco, frango, pato e peixe, além de carneiro e cabra. Obviamente, a base da culinária na Indonésia é o arroz, consumido no mínimo 3 vezes ao dia pelos balineses. Um típico dia em Bali começa com o cozimento do arroz ao vapor, que vai alimentar toda a família ao longo do dia. O prato nacional é o Nasi Goreng (arroz frito), que pode ser encontrado em qualquer esquina na Indonésia com diferentes variações de ingredientes.
Os cursos de culinária são uma boa oportunidade para conhecer os principais elementos da cozinha balinesa e provar diferentes pratos típicos. No entanto, dificilmente será possível reproduzir as receitas em outros países, já que o temperos locais são raramente exportados e existem poucos substitutos capazes de proporcionar o mesmo sabor.
A escola que escolhemos foi a Lobong Culinary Experience, que pertence a dois irmãos balineses com experiência em restauração de hotéis ocidentais. Portanto, se trata de uma experiência adaptada ao paladar dos turistas australianos e europeus, onde a higiene é um ponto importante e os condimentos são utilizados de forma mais moderada.
O curso começa com o pick-up no hotel em Ubud e vai direto para um mercado localizado fora do centro da cidade. A visita ao mercado é uma experiência interessantíssima, uma oportunidade única de ver uma autêntica feira frequentada pelos locais.


Depois do mercado, é fácil entender porque tantos turistas têm problemas intestinais durante a estadia em Bali, pois fica claro que a higiene é a última das preocupações na manipulação e exposicão dos alimentos. Mesmo assim, os ingredientes frescos são super apetitosos e de um colorido impressionante. Durante a visita, o guia da Lobong explica sobre cada um dos elementos que compoem a culinária balinesa e seu uso pelos locais.
Em seguida, o grupo é levado às instalações da Lobong Culinary Experience, que nada mais é do que a própria casa dos proprietários. O conceito da casa balinesa é totalmente diferente de qualquer coisa que eu já vi. Os chamados compounds são como uma pequena aldeia, composta por diversas casas, pavilhões e, claro, um templo. A tradição balinesa exige que cada nova geração permaneça no compound da família, ocupando uma das casas ou construindo uma nova. As mulheres quando se casam mudam-se para o compound da família do marido, de forma que os habitantes do local se multiplicam até chegar a várias dezenas de pessoas.
A aula de culinária é realizada em um dos pavilhões do compound da família. O menu completo é composto por 1 entrada, 1 prato principal, 4 guarnições e 1 sobremesa preparados simultaneamente por todo o grupo que participa em diferentes partes do processo, sempre seguindo as instruções do chef.



O menu começa com uma entrada típica balinesa, a Ayam Bakar Sambal Matah, uma espécie de salada de frango picante que também serve de acompanhamento para diversos pratos. O menu também inclui os famosos espetinhos de frango (Sate), feitos com frango desfiado e óleo de coco.
Após a preparação, a família realiza no templo o tradicional ritual balinês que deve ser realizado antes de qualquer refeição, oferecendo aos deuses e aos maus espíritos uma pequena porção do que está prestes a servir de alimento para a família.

O grupo então se reúne para almoçar todos os pratos que foram preparados anteriormente antes de voltar ao hotel. O programa do Lobong Culinary Experience dura entre 5 e 6 horas no total e sem dúvida foi um dos pontos altos da nossa estadia em Ubud. A experiência custa Rp 475.000 por pessoa (as bebidas consumidas durante o almoço são pagas separadamente) e é necessário reservar com antecedência.
Dia de spa em Ubud


Ubud recebe gente de todas as partes do mundo em busca de retiros espirituais e desconexão total e o resultado são centenas de spas e escolas de yoga espalhados pela cidade.
Com tantas opções convidativas, escolher apenas um spa é tarefa ingrata. Em casos como este sempre vale a pena recorrer ao Trip Advisor antes de escolher e reservar os tratamentos de spa para sua estadia em Ubud. Os spas com as melhores reputações são bem concorridos e recomenda-se reservar com antecedência. Muitos deles também oferecem o serviço de pick-up e drop-off no hotel, o que pode representar uma significativa economia no transporte, já que muitos deles estão localizados nas zonas mais tranquilas, fora do centro da cidade.
Um destes spas com excelente reputação no é o Karsa Spa, uma vila em meio aos campos de arroz ao norte de Ubud. Como qualquer outro spa na Indonésia (desde que não esteja dentro de um hotel cinco estrelas), os preços dos tratamentos são bastante acessíveis e passar o dia inteiro entre massagens, reiki, alinhamento de chakras e banhos aromáticos é perfeitamente possível com menos de 100 dólares.
O Karsa Spa não oferece pick-up no hotel, mas é super fácil chegar com uma scooter ou táxi. Também é possível combinar com uma visita aos campos de arroz de Tegalalang. Completamente isolado, a tranquilidade do local é asbolutamente incrível e compensa qualquer distância do centro.
Antes de realizar qualquer tratamento é preciso preencher um formulário, onde você escolhe seus aromas favoritos, partes do corpo que quer enfocar e o nível de pressão que deseja nas massagens. Os valores vão desde Rp 240.000 para massagens mais simples até Rp 450.000.
Após o tratamento, eles oferecem todo o material para que o cliente possa tomar banho e tirar todo o óleo do corpo. Para completar o dia de spa, não deixe de provar um dos vários sucos revigorantes do Karsa Café.
Café Lotus Ubud

Praticamente uma instituição em Ubud, o Café Lotus costuma ser um dos primeiros lugares que os turistas visitam na cidade. Isso porque não se trata de um simples restaurante. O café abriga aquele que é considerado o templo mais bonito de Ubud, dedicado à deusa Saraswati (Pura Taman Kemuda Saraswati), além de um lago inteiramente coberto por flores de lótus. Para visitar o templo, é possível entrar no café a qualquer hora do dia, pois não há qualquer tipo de controle nem consumação obrigatória.
Todas as noites, às 19h30 (exceto às sextas-feiras), o templo serve de cenário para um espetáculo de dança típica balinesa. Cada dia da semana apresenta um estilo de dança diferente, com figurinos e músicas próprios, o que faz com que muitos turistas assistam ao espetáculo mais de uma vez no Café Lotus.
Com cerca de 70 minutos de duração, o show é um prato cheio para quem aprecia esse tipo de performance. O espetáculo é cuidadosamente produzido, com música ao vivo, figurinos impressionantes e um corpo de baile formado por cerca de dez dançarinos. É bastante diferente do espetáculo apresentado no Templo de Uluwatu, pois é menos teatral e não segue uma linha narrativa.
Existem diversas opções de lugares dentro do café para assistir ao espetáculo, e todas exigem a compra de ingressos, que custam 100.000 rúpias por pessoa. Optamos por assistir ao show nas cadeiras localizadas bem em frente ao palco, sem jantar ou consumir bebidas. Essa é a opção mais barata e também a melhor para quem deseja ver a apresentação de perto e tirar fotos.


Também é possível jantar enquanto se assiste ao espetáculo de dança (não experimentei a comida do restaurante, por isso não posso opinar sobre esse aspecto). As mesas mais próximas ao palco exigem uma consumação mínima de 200.000 rúpias por pessoa em comida e bebidas, além do valor dos ingressos normais para o show. Todas as mesas ficam um pouco distantes do palco, entre 10 e 25 metros.
A mesa VIP para jantares privados, chamada Bale Patok, fica localizada em um pavilhão elevado e acomoda entre seis e oito pessoas em almofadas. Dela, tem-se a melhor vista do palco e do templo; no entanto, a consumação mínima sobe para 350.000 rúpias por pessoa, além dos ingressos pagos separadamente.
Para qualquer opção de jantar, é necessário reservar com antecedência, já que o café fica lotado de turistas todos os dias durante o horário do espetáculo. Para assistir apenas ao show nas cadeiras em frente ao palco, não é possível fazer reservas, e os ingressos são vendidos na hora. O ideal é chegar com cerca de uma hora de antecedência para garantir a entrada e conseguir uma cadeira na primeira fila.
Tirta Gangga, o palácio das águas em Bali


No extremo leste de Bali, longe de todos os grandes complexos turísticos da ilha, estão os encantadores jardins de Tirta Gangga. Conhecido como palácio da águas, o local tem a maior cara de que está ali há milhares de anos, mas na verdade se trata de uma construção relativamente nova. Foi erguido em 1946 pelo Rei de Karangasem, uma família considerada como realeza na parte leste da ilha de Bali.
Totalmente destruído na erupção do vulcão Monte Agung em 1963, o Tirta Gangga foi cuidadosamente restaurado e atualmente é uma das atrações mais charmosos de Bali.
A peça central desse fabuloso cenário é uma fonte decorativa de 11 níveis em meio a um lago rodeado por esculturas de divindades do hinduísmo balinês. O mais divertido é que o vistante pode caminhar sobre as pedras que formam um caminho sobre o lago … e tirar mil fotos no trajeto!


A entrada custa Rp 90.000 por pessoa. Em pouco mais de 1 hora é possível passear por todo o complexo, que é relativamente tranquilo e recebe poucos visitantes. Como estão localizados na mesma zona (não necessariamente próximos um do outro) o passeio ao Tirta Gangga pode ser combinado com o Mother Temple de Pura Besakih.
Restaurante La View

O La View é frequentemente listado entre os restaurantes com as vistas mais espetaculares do mundo. Localizado no topo de um penhasco em Ubud, com vista para o vale do rio Ayung, faz parte do complexo hoteleiro Kupu Kupu Barong — um dos mais luxuosos de Bali.
Antes de se animar muito, é bom saber de antemão que uma refeição no La View vale a pena unicamente pela experiência de comer rodeado pela natureza, em um dos pontos mais exclusivos de Bali, mas no quesito gastronômico a comida está longe de ser espetacular.
Existem diferentes opções de mesas:
- Mesas Standard: normalmente disponíveis apenas no jantar e com preço mais acessível
- Bird Nest: uma mesa isolada dentro de uma estrutura redonda de madeira com vista panorâmica em 180 graus da floresta
- Lobby Pool Table: a mesa mais privilegiada do restaurante, geralmente reservada com antecedência
Tanto o Bird Nest quanto a Lobby Pool Table estão disponíveis para almoço e jantar, este em dois turnos (às 18h e às 21h). Escolher o horário do almoço possibilita uma boa economia no preço do menu e tem a vantagem de poder contemplar a vista com a luz do dia, sem nenhuma pressa de liberar a mesa para o próximo turno. No caso do jantar, o primeiro turno oferece alguns minutos do pôr-do-sol, mas depois disso a floresta fica no breu e já não é possível contemplar as vistas. Por isso mesmo não recomendo muito escolher o segundo turno do jantar.
Pelo custo-benefício, acabamos escolhendo a opção de almoço no Bird Nest. Depois de alguns minutos entendemos o porquê do valor do almoço ser bem mais em conta… O calor era de matar! Mesmo com a cobertura do ninho de pássaro, o sol bate diretamente na mesa. Como boa baiana consegui lidar com isso, mas não recomendo para alguém que tenha problemas com fazer uma refeição debaixo de um sol escaldante.
Por outro lado, fiquei bem satisfeita em ter escolhido o Bird Nest ao invés da Lobby Pool Table. O ninho de pássaro fica mais escondidinho e o casal tem muito mais privacidade. A Lobby Pool Table fica bem no meio de uma piscina, de cara para a recepção do hotel, e obviamente todo mundo que passa quer ver quem é o sortudo de estar ali.

Depois do almoço fomos ao bar do hotel para curtir o pôr-do-sol e eles ofereceram ainda chá e docinhos de cortesia.
No site do restaurante você encontra os valores atualizados por pessoa (não esqueça de somar os impostos e as bebidas) e as opções de menu, que pode ser com 3 ou 5 pratos.
Como se deslocar em Bali

Embora a scooter seja um meio de transporte bastante popular em Bali, ela nem sempre é a melhor — ou a mais viável — opção para o visitante. As distâncias entre os principais templos e atrações costumam ser longas, muitas estradas são estreitas e o trânsito pode ser intenso, especialmente fora das áreas centrais. Por isso, para roteiros mais completos ou dias inteiros de passeio, contar com um carro com motorista ou guia local acaba sendo uma escolha mais confortável, segura e eficiente.
Nós fizemos vários dos passeios privados mencionados aqui neste guia com o Roby Bali Tour, um guia que fala português e adapta os roteiros de acordo com o ritmo e os interesses de cada viajante.
Em outras ocasiões, usamos também tours com roteiro pré-determinado, contratados com a agência Bali Traditional Tours, que oferece saídas a partir das principais regiões turísticas da ilha.



